WILSON NETO

WILSON NETO
Dr. WILSON NETO - Fisioterapeuta Acupunturista Neurofeedback - doutorneto.blogspot.com

Dor na planta do pé e Esporão do calcâneo














Causas da dor plantar:
  • A lesão aguda por um trauma;
  • Impacto repetitivo no esporte ou no trabalho;
  • Atrofia e diminuição da espessura da gordura plantar;
  • Infecções bacterianas que comprimem nervos ao nível do pé e tornozelo;
  • Sobrepeso e obesidade (ganho de peso abrupto).

Esporão do Calcâneo:
     
  • O osteófito (o chamado esporão) não é culpado pela dor;
  • É uma calcificação do tendão flexor curto do hálux;
  • O esporão não tem relação direta com a fáscia plantar;
  • Sua direção aponta para frente do pé e não para a planta;
  • Cerca de 15 % da população possui o esporão do calcâneo;
  • Somente 50 % que sofrem de dor plantar calcaneana apresentam o esporão.

Rins


Hepatites - 10 tipos

Captura de Tela 2014-06-04 às 17.46.44

Hepatite designa qualquer degeneração do fígado por causas diversas que ocorrem com mais frequência em infecções pelos vírus tipo A, B e C, além do abuso do consumo de álcool ou outras substâncias tóxicas (como alguns remédios). O diagnostico precoce é essencial para salvar vidas.
10 tipos de hepatite:
-       Hepatite A
-       Hepatite B
-       Hepatite C
-       Hepatite D
-       Hepatite E
-       Hepatite F
-       Hepatite G
-       Hepatite autoimune
-       Hepatite medicamentosa
-       Hepatite crônica.
Hepatite A
Transmitida normalmente através do contato com água, alimentos ou contato pessoal contaminados, por isso é importante a higiene na hora de comer e na preparação dos alimentos. Na maioria das vezes a hepatite A apresenta sintomatologia discreta, dura aproximadamente 1 mês é uma infecção leve e cura sozinha. Existe vacina, mas atenção por vezes ocorre quadros de hepatite fulminante.
Hepatite B
A hepatite B é transmitida principalmente através de relações sexuais ou do contato com sangue ou secreções contaminadas, por isso a vacinação é importante e pode ser feita na vida adulta caso o indivíduo não tenha sido vacinado na infância. A hepatite B, age surdamente no fígado num período de 20 a 30 anos. Ela também pode ser assintomática, mas, mesmo assim, precisa de tratamento para evitar uma cirrose ou câncer de fígado. Há tratamento. As curas totais são raras, mas é possível conviver com a doença, tratando-a por períodos de tempo variáveis.
Hepatite C
A hepatite C  é a maior epidemia da humanidade dos dias de hoje, superior à AIDS/HIV em 5 vezes. A transmissão é por contato sanguíneo, via transfusões, dentistas, seringas compartidas, etc. É uma infecção do fígado que tem cura quando é descoberta precocemente e o tratamento é feito corretamente. O tempo de tratamento para a hepatite pode ultrapassar 6 meses. Existem, no mundo cerca de 200 milhões de pessoas que carregam o vírus da hepatite C e é a principal causa de transplantes de fígado, respondendo por 40% dos casos.
Hepatite D
A hepatite D também chamada de hepatite Delta quando ocorre, ocorre juntamente com o vírus da hepatite B e não evolui de forma lenta e pode gerar a hepatite fulminante. Em pacientes cronicamente infectados pelo vírus da hepatite B, a infecção concomitante com o VHD acelera a progressão da doença crônica. A vacinação contra a hepatite B também imuniza o indivíduo contra o vírus da Hepatite D pois este depende do outro para se replicar.
Hepatite E
A hepatite E é transmitida através da ingestão de coli fórmios fecais através da água ou alimentos contaminados. Esta doença geralmente ocorre em surtos devido a má higiene ou falta de saneamento básico. A hepatite E não se torna crônica. Porém, mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da hepatite E podem apresentar formas mais graves da doença. Não existe vacina para a hepatite E e o tratamento consiste em repouso e hidratação.
Hepatite F
Estudos científicos confirmaram que o vírus da hepatite F ainda não foi devidamente identificado e por isso este tipo de hepatite ainda é desconsiderado.
Hepatite G
A hepatite G é causada pelo vírus da hepatite GBV-C que frequentemente encontra-se em indivíduos diagnosticados com hepatite B, hepatite C ou HIV+. Também é transmitido através do sangue, sendo comum entre usuários de drogas endovenosas e receptores de transfusões. O vírus G também pode ser transmitido durante a gravidez e por via sexual.
Hepatite Auto imune
A hepatite autoimune é uma doença genética onde o corpo produz anticorpos contra as próprias células do fígado levando à sua progressiva destruição. Em média, pacientes diagnosticados com hepatite autoimune e não são devidamente tratados sobrevivem por apenas 10 anos.
Hepatite Medicamentosa
A hepatite medicamentosa é causada pela toma exagerada ou inadequada de medicamentos. Neste caso o fígado não consegue metabolizar as toxinas dos medicamentos e inflama. Seu tratamento consiste em interromper o uso dos medicamentos ou na sua troca para outros menos agressivos para o fígado.
Hepatite crónica
Alguns indivíduos podem sofrer com uma hepatite crônica que pode levar à cirrose, uma destruição das células do fígado e necessitar de um transplante de fígado. Outros evoluem para o surgimento do câncer no fígado e terão que fazer tratamento com radioterapia e quimioterapia. Mas a ingestão de outros medicamentos durante a hepatite pode ser prejudicial à saúde e o médico indica o critério a ser utilizado.

FOLHA DE SP - Infecção Resistente é Crise Global, diz OMS

FOLHA - Infecção Resistente é Crise Global, diz OMS
Médicos receitando antibióticos de forma leviana, agropecuaristas colocando antibióticos em baixias doses para engordar os animais, e a indústria farmacêutica desistindo de fabricar novos antibióticos (pois as bactérias ficam resistente em poucos anos, tempo insuficiente para recuperar os investimentos)...
Para mim, os únicos tratamentos disponíveis num futuro próximo serão eletromagnetismo, frequências vibracionais, gráficos de radiônica!

Por Wu Kwang

Ação no Cérebro

01.jpg

Bioenergia Magnética / Biomagnetismo Médico - Toyoji Murasaki


Simbiose de Micro-Organismos

pH: Ácido, Neutro, Alcalino

Pares Biomagnéticos

Rastreamento e Resolução

Tratamento

Acupuntura


01.jpg

06.jpg


http://www.istoe.com.br/reportagens/358059_A+POTENCIA+DA+ACUPUNTURA

O mito da Pressão Alta

O mito da Pressão Alta

A pressão alta é apenas sintoma, e não a causa de doenças cardíacas

Apesar do que a medicina insiste em dizer, a evidência mostrando uma ligação linear conclusiva entre a pressão sanguínea elevada e a incidência de doenças cardíacas é quase inexistente. Aliás, os dados da maioria dos estudos sobre o tema sugerem que…

…a hipertensão é um sintoma de doença cardiovascular e não a sua causa

Quase todos na comunidade médica concordam que a doença cardiovascular é resultado, em grande parte, do acúmulo de placa nas artérias, o que reduz o seu diâmetro e por sua vez faz com que o sangue que passa por elas tenha a pressão aumentada.
Aqui está uma boa analogia: quando você liga a torneira fora de casa, a água fluindo do esguicho voa uns 10 metros ou mais.  Por quê?  Porque está sob muita pressão depois de ser forçada para dentro de um minúsculo esguicho de 2,5 centímetros.  Mas o que aconteceria se aquele esguicho fosse de 30 centímetros de diâmetro?  O mesmo exato volume de água escoaria em uma pressão muito baixa.
Com seu coração e artérias isso não é diferente! A sua pressão sanguínea aumenta em resposta à compressão arterial e não por causa dela.  Elevar a pressão sanguínea é a maneira que o seu coração tem para compensar os “esguichos” congestionados, assegurando que os seus órgãos, cérebro e extremidades sejam adequadamente supridos de sangue.  Quando olhamos desta maneira, não faz sentido tentar artificialmente abaixar a sua pressão sanguínea usando medicações prescritas.
Tudo o que realmente precisa ser feito se resume a uma dieta rica em gorduras ômega 3 e escassa em carboidratos e gorduras trans, e tomar água que esteja livre de cloro (que causa lesões arteriais microscópicas que captam e seguram o colesterol que aumenta a pressão sanguínea).  E atenção! O flúor na água não é exatamente uma vitamina F.  É provavelmente um fator principal nas doenças cardiovasculares.
Restrição do sal é mais do que desnecessária. É completamente perigosa!
A restrição do sal em casos de hipertensão tem se tornado uma das “pérolas de sabedoria” que ninguém questiona. Uma restrição severa de sal para pessoas doentes ou sadias é uma prática perigosa e pode de fato causar mais problemas do que trazer soluções.
Somente aproximadamente um terço dos pacientes de hipertensão é sensível ao sal e foi diagnosticado com baixos níveis de renina, o hormônio renal que regula a pressão sanguínea. Nestas pessoas, a restrição do sal aumenta o nível de renina.  Então, alguma, mas não uma drástica restrição do sal, pode melhorar o controle da hipertensão nestes pacientes.
Entretanto, para a maioria remanescente das pessoas que lutam com a hipertensão que não são sensíveis ao sal e de fato tem um nível alto de renina, restringir o sal tem o efeito contrário e pode  fazer o nível de pressão sanguínea subir mais ainda.
Além disso, mesmo nos estudos que ilustram a redução na pressão sanguínea com a restrição do sal (Estudos Sobre a Prevenção da Hipertensão – ESPH), a pressão reduzida não pôde ser mantida.  O Dr. George S. Chrysant, líder na pesquisa sobre a hipertensão, comentou que os resultados da ESPH mostraram que a “perda de peso era mais eficaz na redução da pressão sanguínea do que a redução do sódio, e que os efeitos das duas intervenções se dissipavam com o passar do tempo”.  Ele concluiu que os resultados menos do que estelares dos estudos “levantam questões sobre a utilidade geral da redução do sódio para a hipertensão na população geral”.
A redução da pressão sanguínea pela restrição do sal é inconsistente e incerta.  Mas, há uma crítica bem pior sobre isso. Os estudos mostraram que a restrição do sal pode estar ligada a danos para os órgãos.  Se o coração e os rins são danificados pela hiponatremia (baixo sódio sanguíneo), você pode piorar a hipertensão.  A restrição do sal nos meses do verão pode levar à exaustão pelo calor e a um severo distúrbio mineral que causa desmaios e às vezes a um derrame ou um enfarto.
O sal é um nutriente necessário, exatamente como a vitamina A, os ácidos graxos e o colesterol.  O seu corpo precisa de quantias adequadas para sobreviver.  A maioria das pessoas pensa no sódio como se fosse algum tipo de veneno.  Entretanto, o sódio funciona bem com outros nutrientes importantes como o cálcio e o potássio para manter o corpo funcionando em níveis ideais.
Sal de mesa tóxico:  Leia isto antes de você começar a salpicá-lo na comida.
É importante que você obtenha o sal da mais alta qualidade na sua dieta justamente como se faz com qualquer nutriente.  Então, vamos conversar um pouco sobre qual sal é o melhor para você e o que as empresas têm feito para transformar o sal comercial em toxina ao invés de um nutriente.
A essas alturas, você está bem ciente de que o processo de refinamento pode reduzir o valor de qualquer alimento e realmente transformar alguns alimentos em produtos tóxicos.  É muito provável que, se uma correlação entre o sal e a hipertensão for algum dia comprovada conclusivamente, ficará provado que é causado pelo consumo maciço do sal comercial refinado.
Nem todos os sais foram criados iguais.  Exatamente como o adoçante não é açúcar, o sal comercial não é sal, ou pelo menos não é feito para o consumo humano.  O sal comercial é um produto industrializado feito para a indústria química, e não para a sua mesa.  Noventa por cento deste sal de classe industrial vai para a indústria química e o resto para o supermercado e para a sua mesa de jantar.  O sal refinado é destituído dos seus nutrientes naturais;  contêm aditivos como o ferrocianeto e silicatos (que basicamente são areia) para evitar que o sal se misture com a água e aglutine, e assim sairá facilmente do saleiro.  Mas se o sal não se mistura com água e 70 por cento do seu corpo é composto por ela, significa que ele não vai se misturar dentro do seu corpo. O único sal que vale a sua consideração é o sal marinho de um leito marinho limpo.  Não seja enganado:  se o rótulo disser “sal bruto,” não significa que o conteúdo seja puro.  O sal bruto é sal industrial não refinado.  Pode não ser refinado, mas foi minado de uma fonte muito provavelmente contaminada com metais pesados.  O sal marinho é a única opção.
Para ser um sal marinho que valha a pena para a sua família, ele deve preencher todos os três critérios seguintes:
- O sal não será da variedade branca como a neve ao qual você está acostumado.  Deve ter uma cor cinza clara.  Depois de algum tempo, a cor no fundo do saleiro será mais escura.  Se o sal for branco cristal, pode ser sal marinho, mas foi tratado e fracionado para tirar as impuridades e isso tira os minerais essenciais ao mesmo tempo.  Se não for cinza claro, não é um sal nutritivo.
- O sal marinho legítimo não é seco ao tocá-lo.  Deve ser um pouco empapado.  A umidade se deve à presença de sais de magnésio.  Quando ele é guardado em um lugar fresco, ele não seca.
- Os cristais sob magnificação são pequenos e cúbicos.
Encontrar o sal marinho puro pode ser bastante difícil.  Há vários produtos no mercado que alegam ser “puros”, mas infelizmente quase todos foram modificados até certo ponto.
E lembre-se:
1.      Armazene o sal em um lugar fresco e seco em um frasco hermético para evitar que seque.
2.      Misture o sal a cada dois ou três dias.  Quando o sal marinho natural fica parado, a humildade vai para o fundo do frasco e o sal aglomera.
Referências Bibliográficas:
Scientific American.  July 8, 2011
- Int. Urol Nephrol.  2009
- Hypertension.  June 1995
- Approaches to Reducing Sodium Consumption; Establishment of      Dockets; Request for Comments, Data, and Information. September 15, 2011
- New England Journal of Medicine.  April 17, 1997
-  American Journal of Hypertension 2011 Aug; 24 (8): 843-53.
- JAMA. 2011; 305 (17): 1777-1785.
- Metabolism – Clinical and Experimental November 1, 2010
Fonte: drrondo.com/mito-pressao-alta

Sutiã e Câncer de Mama

Vestida para morrer

Vestida para morrer

A notícia que o sutiã causa câncer de mama se espalhou pela internet e despertou uma saudável curiosidade feminina. Elas agora se perguntam: Será que isso é verdade?
A resposta é sim! Principalmente se confiarmos em uma recente pesquisa realizada com o suporte médico dos antropologistas Sydney Singer e Soma Grismaije.
Os sutiãs já foram vistos como símbolos da exploração machista, já foram queimados como protesto em praça pública e hoje são usados como acessórios da vaidade feminina. Mas, é preciso que as mulheres mudem esse conceito. Um estudo com 4 mil mulheres apontou um menor índice de câncer de mama entre aquelas que não usavam sutiã. E mais: o risco de câncer era de 1 para 7 entre as que o usavam mais de 12 horas por dia.
Entre as campeãs, que nunca ou apenas raramente usavam sutiã, apenas uma entre 168 mulheres desenvolveu câncer de mama. Quando comparado o número de mulheres que usavam os seus sutiãs durante as 24 horas do dia com o das mulheres que nunca o usavam, havia 125 mais diferença de risco. Com base nesses resultados, o link entre sutiãs e câncer de mama é aproximadamente três vezes maior do que a relação entre o fumo e o câncer. Dá pra preocupar, não é? O melhor remédio é prevenir!
Evite usar o sutiã sempre que puder. Abra mão de peças justas, que podem diminuir em até 60% a produção de melatonina, hormônio anticancerígeno. Sutiãs de sustentação, largos e apertados, também não são aconselháveis, pois interferem na drenagem linfática, que ajuda a eliminar toxinas, como por exemplo o alumínio de alguns desodorantes. E nunca durma (mas, nunca mesmo!) de sutiã. O corpo precisa de liberdade para se renovar e manter suas funções saudáveis.
Última dica: fuja dos aros metálicos de sustentação na base dos bojos dos sutiãs. Prefira sempre os aros de plástico. De acordo com o Dr. George Goodheart, conhecido como o pai da cinesiologia aplicada, o metal talvez seja um problema ao longo do tempo, pois tem o poder de funcionar como ponto de energia no seu corpo e agir como uma antena, atraindo ondas magnéticas. Essa estimulação prejudica a função de pontos importantes de reflexo neuro-linfático, localizados abaixo dos seios.
drrondo.com

Digestão é no Intestino Delgado

Digestão no intestino delgado
No intestino delgado, ocorre a maior parte da digestão dos nutrientes, bem como a sua absorção, ou seja, a assimilação das substâncias nutritivas.
No duodeno, são lançadas as secreções do fígado e do pâncreas. Nessa primeira porção do intestino delgado, é realizada principalmente, a digestão química – com a ação conjunta da bile, do suco pancreático e do suco entérico ou intestinal atuando sobre o quimo.
Na digestão química, há a ação dessas secreções:
  • Bile – secreção do fígado armazena na vesícula biliar. Ela é lançada no duodeno através de um canal e não contém enzimas digestivas; mas os sais biliares separam as gorduras em partículas microscópicas, funcionando de modo semelhante a um detergente. Isso facilita a ação das enzimas pancreáticas sobre os lipídios.
  • Suco pancreático – É produzido pelo pâncreas. Possui várias enzimas que atuam na digestão das proteínas, dos carboidratos e dos lipídios.
  • Suco entérico – é produzido pela mucosa intestinal. Possui enzimas que atuam na transformação, entre outras substâncias, das proteínas e dos carboidratos.
Ao término do processo digestório no intestino delgado, o conjunto de substâncias resultantes forma um líquido viscoso de cor branca denominado quilo.
A digestão continua no jejuno e no íleo.

 


 
Enzima digestória
Local de produção
Substância-alvo
Ação
ptialina
glândulas salivares
amido
Decompõe amido em maltoses
pepsina
estômago
proteínas
Decompõe proteínas em fragmentos menores
sacarase
intestino delgado
sacarose
Decompõe a sacarose em glicose e frutose.
lactase
intestino delgado
lactose
Decompõe a lactose em glicose e galactose.

lipase
pâncreas
lipídios
Decompões lipídios em ácidos graxos e gliceróis.
tripsina
pâncreas
proteínas
Decompõe proteínas em fragmentos menores
amilase pancreática
pâncreas
amido
Decompõe amido em maltoses
maltase
intestino delgado
maltoses
Decompõe maltose em glicoses livres
peptidase
intestino delgado
fragmentos de proteínas
Decompõe os fragmentos prtéicos em aminoácidos.


Fonte: sobiologia.com.br

Varizes

Varizes

Varizes, também conhecido como doença vascular periférica são veias que, por várias razões, não cumprem adequadamente seu papel de levar o sangue de volta ao coração.
Normalmente, as veias varicosas termo utilizado para se referir àquelas nas pernas, sendo o mais comum, mas também pode surgir em outras áreas do corpo, como o esófago (varizes), a região anal (hemorroidas) ou testículos (varicocele).
A frequência com que eles aparecem depende de muitos fatores, mas considerando apenas aqueles que resultam em manifestações clínicas pode ser visto que entre 10% e 15% da população sofre com eles, esse percentual aumenta com a idade e sexo porque há mais mulheres afetadas do que os homens.
As veias são os vasos responsáveis ​​pela realização sangue de volta ao coração, depois de irrigar todos os tecidos de oxigênio e nutrientes, denominado retorno venoso.
Com a posição ereta do ser humano, o sangue das pernas deve subir, contra a força da gravidade, que é um esforço adicional. Para facilitar isso, as veias têm válvulas no interior para evitar o fluxo de sangue para trás, e também tem a colaboração dos músculos da perna com a função de ajudar a retornar o sangue numa via só de ida para o coração.

Fatores de risco para varizes

Sedentarismo sentado: aumento da pressão venosa que impede a subida de sangue para o coração.

Hereditariedade: Pessoas com histórico familiar têm o dobro de chances de desenvolver varizes.

Predisposição constitucional: uma fraqueza generalizada do tecido conjuntivo envolve uma perda de tônus na parede das veias, o que facilita o aparecimento de veias varicosas.

Idade: a idade aumenta o risco de alergias.

Sexo: as mulheres sofrem mais frequentemente do que os homens, o que parece estar relacionado a fatores hormonais.

Obesidade: verificou-se que as pessoas obesas têm o dobro da probabilidade de ter varizes do que os de peso normal. Estar acima do peso aumenta a incidência, pois diminui a quantidade de fornecimento de sangue para as pernas e drenado através das veias.

Prisão de ventre: a dificuldade de defecar faz com que permaneça mais tempo sentado no vaso, além de fazer maiores esforços para expulsar as fezes. Estes esforços aumentam a pressão no interior do abdômen, dilatam as veias abdominais e dificulta o escoamento de sangue a partir das pernas; por conseguinte, aumenta o risco de veias varicosas.

Contraceptivos: relacionados à retenção de fluido que aumenta o volume de sangue.

Gravidez: varizes na maioria das vezes aparecem durante a gravidez devido a vários fatores e, principalmente, por alterações hormonais, pressão do útero sobre os vasos e ganho de peso.

Falta de exercício / Sedentarismo: a falta de atividade dos músculos das pernas faz com que estes não trabalhem juntos para empurrar o sangue para o coração.

As varizes são quatro graus ou tipos:

Grau I ou veias das pernas varicosas – veias arroxeadas que podem ser na forma de estrelas chamadas de veias de aranha. Eles são geralmente apenas um problema de ordem estética, entretanto, pode causar fadiga e peso nas pernas.

Varicosas Grau II veias mais visíveis com os seguintes sintomas:
• Peso e cansaço nas pernas;
• Dor;
• Câimbras;
• Formigamento;
• Sensação de calor, coceira ou irritação.

Varizes Grau IIIveias mais dilatada e irregular. Os sintomas são progressivos como: inchaço, edema e palidez.

Varizes Grau IV – áreas eczematosas e úlceras. As úlceras são difíceis de tratar e podem facilmente evoluir para infecções.

Anticoagulantes tópicos
Evitar a formação de trombos, melhora a circulação e elimina o acúmulo de células vermelhas do sangue no tecido.
Para o tratamento das complicações é também necessária a administração de outros medicamentos, entre os quais podem ser mencionados:

Analgésicos para aliviar a dor.
Antibióticos para infecção, e, por vezes, como um reforço para o tratamento de úlceras.
Anticoagulantes para o risco de trombo local ou sistêmico.
Anti-inflamatório para reduzir a inflamação decorrente de edema ou outras complicações.
Cicatrizantes principalmente para o tratamento de úlceras varicosas.
Corticosteroides para alterações na pele ou eczema.
Diuréticos para remover o líquido e reduzir o inchaço e edema das pernas.
Existem muitos outros medicamentos que podem ser utilizados (fornecidas pela prescrição), em certos casos, no tratamento de veias varicosas e dependendo da existência ou não de outros processos de doença que se enquadram no mesmo paciente.
ACUPUNTURA
9 Pulmão – Reunião de vasos sanguíneos
6 pericárdio – nervo vago
40 Estômago – Ponto Fleuma
10 Bexiga – Estagnação do sangue
34 Vesícula biliar – Ponto fonte
Pontos de Abdômen
3 fígado – Ponto fonte
3 Rim – Ponto fonte

Dicas para reduzir a dor
• Deite com as pernas para cima e posicione dois travesseiros abaixo da panturrilha.
• Meia de compressão (com orientação médica).
• Evite uma vida sedentária ao ficar muito tempo sentado ou muito tempo em pé. Dê preferências a caminhada de 20 minutos ou a cada 30 minutos levante da cadeira e ande. Andar de bicicleta também é muito eficaz.
• Não use roupas apertadas que dificulta o movimento das pernas.

Fonte: Acupuntura Dao